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Casa Branca defende Trump após site revelar voto pelo correio em primárias republicanas

Governo Trump pede à Suprema Corte que limite o voto por correio A Casa Branca defendeu o direito do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de votar pelo...

Casa Branca defende Trump após site revelar voto pelo correio em primárias republicanas
Casa Branca defende Trump após site revelar voto pelo correio em primárias republicanas (Foto: Reprodução)

Governo Trump pede à Suprema Corte que limite o voto por correio A Casa Branca defendeu o direito do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de votar pelo correio depois que o site americano "Politico" revelou que ele optou pelo voto por correspondência, do qual é crítico, para fazer sua escolha nas primárias republicanas da Flórida, em março. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A declaração oficial da porta-voz do governo Trump ocorreu nesta terça-feira (18), um dia após a publicação da notícia. Ao ser questionada sobre ela, Olivia Wales defendeu as "exceções de bom senso". "Como o presidente Trump afirmou, a Lei SAVE America prevê exceções de bom senso para que os americanos usem o voto por correio em casos de doença, deficiência, serviço militar ou viagens. Mas o voto universal por correio não deve ser permitido porque é altamente suscetível a fraudes", ponderou. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 6 de agosto de 2026 REUTERS/Evelyn Hockstein Desde que voltou à Presidência dos EUA, Trump vem pressionando o Congresso a aprovar novas restrições ao voto e tenta restringir o voto por correio, repetindo alegações de que esse método é mais suscetível a fraudes. Há anos, Trump sustenta, sem provas, que a derrota nas eleições de 2020 foi resultado de fraude eleitoral generalizada. No dia 27 de julho, inclusive, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos pediu à Suprema Corte do país que autorize a entrada em vigor de um decreto que dificulta o voto através dos correios no país. O pedido ocorreu poucos dias após um tribunal de apelações manter a decisão que suspendeu a medida em 23 estados e no Distrito de Colúmbia, onde o decreto foi contestado. O órgão do governo de Donald Trump pediu que as mudanças entrem em vigor enquanto o caso segue em análise. Eleitor do Colorado, deposita cédula com voto em eleições presidenciais nos Estados Unidos na terça-feira (3), na cidade de Rollinsville. O estado também votou em uma proposta que limitaria o aborto até a 22ª semana de gestação. Jason Connolly / AFP Saiba mais sobre decreto que busca restringir voto pelo correio Assinado por Trump em março, o decreto determina a criação de uma lista federal de cidadãos aptos a votar por correspondência, elaborada pelo Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS) e pela Administração da Seguridade Social. O texto também estabelece que as cédulas enviadas pelo correio sejam entregues apenas às pessoas incluídas nesse cadastro. Os estados que acionaram a Justiça argumentam que a Constituição americana atribui aos estados e ao Congresso, e não ao presidente, a competência para definir as regras das eleições. Trump afirma que a medida tem como objetivo impedir o voto de pessoas sem cidadania americana. No entanto, segundo autoridades e estudos citados no processo, é raro que isso aconteça nos Estados Unidos, ainda que a ação já esteja tipificada como crime passível de deportação. LEIA TAMBÉM Trump brinca sobre disputar mais uma eleição nos EUA em evento com imprensa internacional EUA negam que missão ao Brasil buscasse interferir nas eleições, diz porta-voz do Departamento de Estado