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Líder chavista promete libertação de 300 presos até o fim da semana, incluindo idosos e doentes

O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, em imagem de janeiro de 2026 Gaby Oraa/Reuters O presidente da Assembleia Nacional da Venezu...

Líder chavista promete libertação de 300 presos até o fim da semana, incluindo idosos e doentes
Líder chavista promete libertação de 300 presos até o fim da semana, incluindo idosos e doentes (Foto: Reprodução)

O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, em imagem de janeiro de 2026 Gaby Oraa/Reuters O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, anunciou nesta terça-feira (19) que 300 presos serão libertados entre segunda e sexta-feira. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O grupo inclui três policiais que estavam detidos desde 2003, pessoas com problemas de saúde e idosos com mais de 70 anos. Rodríguez, irmão da presidente interina Delcy Rodríguez, não especificou se as 300 pessoas estão abrangidas pela lei de anistia aprovada em fevereiro. O governo venezuelano sempre negou manter presos políticos e afirma que os encarcerados cometeram crimes. O presidente da Assembleia Nacional também foi encarregado pela cúpula chavista de anunciar outra libertação de presos, no início de janeiro de 2026, poucos dias após a invasão americana que culminou no sequestro do presidente Nicolás Maduro. Na época, ele disse que as libertações, uma reivindicação frequente da oposição do país, seriam um gesto de paz, acrescentando que a ação foi unilateral e não foi acordada com nenhuma outra parte. Rocío San Miguel Entre as libertações na época, estava a ativista venezuelana Rocío San Miguel, que também tem nacionalidade espanhola. Ela estava detida desde 9 de fevereiro de 2024. A soltura foi confirmada pelo governo espanhol. Especialista em temas militares e diretora da ONG Control Ciudadano, Rocío foi detida há 2 anos, após ser vinculada pelas autoridades com um suposto plano para assassinar o presidente Nicolás Maduro. Ela era mantida no Helicoide, a temida prisão do serviço de inteligência que organizações de direitos humanos classificam como "centro de tortura". O governo de Delcy Rodríguez anunciou a desativação do Helicoide e a transformação do local num complexo cultural e esportivo.