Professora é demitida por usar diploma e documentos falsos, e terá que devolver dinheiro no ES
Sede da Secretaria de Estado da Saúde (Sedu), no Espírito Santo Rede Gazeta/arquivo Uma professora da rede estadual do Espírito Santo foi demitida após ter ...
Sede da Secretaria de Estado da Saúde (Sedu), no Espírito Santo Rede Gazeta/arquivo Uma professora da rede estadual do Espírito Santo foi demitida após ter sido descoberta usando documentos acadêmicos falsos para conseguir contratos temporários e obter vantagens em processos seletivos como docente de Física, entre 2015 e 2017. A fraude foi descoberta em uma apuração interna da Secretaria de Estado da Educação (Sedu). A investigação levou à demissão da servidora. O caso também foi levado à Justiça e foi encerrado por meio de um acordo firmado entre o Ministério Público do Espírito Santo (MPES) e a investigada. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp Pelo acordo, a professora reconheceu a irregularidade. Ela se comprometeu a devolver R$ 6.241,21 aos cofres públicos. A decisão também determinou que ela não poderá exercer cargo público por três anos e sete meses. Segundo a Justiça, a homologação do acordo foi considerada uma medida mais rápida para garantir o ressarcimento do dinheiro público. A solução também evitou o prolongamento da ação judicial. Em nota, a Sedu informou que o caso foi apurado por meio de Processo Administrativo Disciplinar. A investigação confirmou o uso de documentos falsos para contratação temporária. LEIA TAMBÉM: Após ser denunciada por pais de alunos, professora do ES ganha mais com vídeos sensuais no OnlyFans e Privacy do que dando aula Professora é suspensa e perde parte do salário após dizer que ganha mais com vídeos de conteúdo adulto do que em sala de aula Professor é afastado após alunas denunciarem assédio sexual em escola da Serra Professora é demitida por falsificar documentos acadêmicos para ter vantagens em seleções A secretaria afirmou que aplicou a penalidade de incompatibilidade para nova investidura em cargo público estadual pelo mesmo período de três anos e sete meses. A Sedu disse ainda que adotou todas as medidas administrativas cabíveis, incluindo o envio do caso ao Ministério Público. O órgão reforçou que não compactua com irregularidades. Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo