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Sonda da Petrobras na Foz do Amazonas passa por auditorias de segurança da ANP

Sonda da Petrobras na Foz do Amazonas passa por auditorias de segurança da ANP A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) vai real...

Sonda da Petrobras na Foz do Amazonas passa por auditorias de segurança da ANP
Sonda da Petrobras na Foz do Amazonas passa por auditorias de segurança da ANP (Foto: Reprodução)

Sonda da Petrobras na Foz do Amazonas passa por auditorias de segurança da ANP A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) vai realizar duas auditorias na sonda da Petrobras na foz do Amazonas. O procedimento será feito em duas etapas: de 2 a 7 de fevereiro e de 9 a 13 do mesmo mês. A ação busca avaliar a segurança do equipamento após o vazamento de fluidos registrado em 4 de janeiro. Segundo a Petrobras, a perfuração na área está suspensa desde o incidente. A ANP determinou que a retomada só poderá ocorrer com autorização da agência. Baixe o app do g1 para ver notícias do AP em tempo real e de graça A primeira auditoria será presencial, entre 2 e 7 de fevereiro. De acordo com a ANP, o foco será o sistema de gerenciamento da segurança operacional da empresa, com base nos normativos da agência. Durante a análise, também serão coletadas informações na área de perfuração sobre o ocorrido nas duas tubulações de apoio que ligam o navio-sonda da estatal ao poço de pesquisa. Além disso, a ANP vai acompanhar as ações da Petrobras na investigação do incidente e as eventuais adequações realizadas. Segundo a estatal, o material perdido é biodegradável e atende aos parâmetros exigidos pela legislação ambiental. A empresa afirma que não houve dano ao meio ambiente nem risco à segurança da operação. LEIA MAIS: ONGs de proteção animal adotam movimento ‘Justiça Por Orelha’; relembre casos semelhantes no Amapá Escritora do AP vence prêmio com poesia sobre mulheres sem acesso à água potável na Amazônia Retomada da perfuração A liberação depende da entrega de um diagnóstico inicial que explique as causas imediatas do vazamento, os impactos sobre as barreiras de segurança e sobre a operação. De acordo com a resolução nº 882/2022 da ANP, a Petrobras tem 90 dias, a partir da constatação inicial do vazamento, para apresentar o relatório completo. O documento deve incluir as causas imediatas do incidente, os impactos sobre as barreiras de segurança e as ações mitigadoras adotadas. O local do vazamento fica a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá. O bloco da Petrobras está a 175 km da costa do Amapá e a cerca de 500 km da Foz do Rio Amazonas Jornal Nacional/ Reprodução Vista geral do navio-sonda NS-42 Gea/Divulgação Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá: VÍDEOS: reveja os vídeos mais recentes do g1 Amapá| em G1 / AP / Amapá